NĆS MULHERES NĆO TEMOS NADA PARA COMEMORAR, A NĆO SER PEDIR AS COMPANHEIRAS UM MINUTO DE SILĆNCIO, PELA MORTE DE TANTAS MULHERES QUE TIVERAM SUAS VIDAS CEIFADAS COVARDEMENTE
Esta data de 25 de novembro, seria para comemorar o dia da eliminação, da violência contra a mulher, aqui no Brasil, estÔ muito longe de acontecer, primeiro porque temos um poder judiciÔrio, que estar corrompido, onde as leis não assegura direitos de pobres, mulheres, negros etc. Então estamos longe de alcançar os nossos ideais objetivos.
Aqui em Senhor do Bonfim, a situação Ć© mais complicado ainda, pois o Ćŗnico ĆrgĆ£o em defesa da mulher Ć© o CRM, que por sua vez nĆ£o tem uma estrutura para auxiliar, como a casa de acolhimento para as mulheres violentadas em seus lares, que a maioria da vezes, continuam vivendo com seus agressores, no mesmo local por nĆ£o ter independĆŖncia financeira se submetem a serem violentadas, falta uma delegacia especializada para o atendimento prioritĆ”rio a estas mulheres, havia o Conselho de Mulheres, CĆ¢mara de Mulheres, nĆ£o se ouve mais falar.
Atualmente, existem 125 paĆses com leis especificas de proteção Ć mulher, sendo que a legislação brasileira tem a (Lei Maria da Penha) que Ć© considerada uma das trĆŖs mais avanƧadas do mundo. Mas apesar deste avanƧo da criação da lei, estamos distantes desta realidade, de termos mulheres comemorando um paĆs onde as mulheres sĆ£o livres de violĆŖncia.
Infelizmente, ainda teremos muitas Marias, muitas PĆ”trias, muitas Minervas e Marias Teresas, sendo assassinadas, enquanto os homens e mulheres, nĆ£o fizerem as polĆticas pĆŗblicas bem planejadas, voltadas para uma verdadeira assistĆŖncia a estas mulheres, esta situação nĆ£o terĆ” fim.
à necessÔrio que as instituições, como Ministério Público, delegacia da Mulher, tivesse um promotor designado para estes casos, que houvesse punições mais severas para os agressores, ou que houvesse uma equipe especializada em atendimento ao agressor, para acompanhÔ-lo psicologicamente, para descobri os distúrbio do mesmo, e porque ele pratica a violência.
A criação de uma rede com um planejamento especializada para acompanhar os dois lados, as mulheres e filhos, pois em casos de violência domésticas os filhos também são violentados, as mulheres precisam de abrigos e os filhos de creche. E toda assistência psicológica e saúde.
MARIA FERREIRA DE LISBOA E LIMA


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